A produção industrial em Goiás, em relação aos 14 Estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi a única que alcançou elevação em setembro deste ano, em comparação ao mesmo mês de 2008. O aumento foi de 7,3%, o quarto consecutivo de 2009, graças ao crescimento do setor de produtos químicos (49,92% no mesmo período).Goiás também apresentou alta em setembro frente a agosto deste ano (2,4%), índice superior à média do País (1,2%) e o segundo melhor resultado entre os Estados, perdendo apenas para o Espírito Santo (3,3%). No acumulado dos últimos 12 meses (até setembro) a variação foi de -0,5%, novamente a menor taxa em relação às 14 regiões averiguadas na pesquisa do IBGE. No acumulado do ano (de janeiro a setembro), o índice foi de -1,1%, também o menor do Brasil.
De acordo com o IBGE, a produção industrial goiana ainda foi a única a reverter as queda no primeiro (-6,9%) e no segundo trimestres (-2,4%), registrando aumento de 4,9% no terceiro trimestre. Na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2009, a maioria (11) dos 14 locais registrou um menor ritmo de queda.
Esta redução foi particularmente acentuada no Espírito Santo e no Amazonas, onde, entre os períodos analisados, a taxa passou, respectivamente, de -27% para -12,7% e -14,2% para -6,4%. Frente ao fechamento do primeiro semestre de 2009, todos os locais, com exceção do Pará, mostram ganho de ritmo.
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Óleo, feijão, pão, batata e arroz tiveram queda em algumas capitais.
A cesta básica mais barata é a de Aracaju e a mais cara a de Porto Alegre.
A cesta básica está mais barata em nove capitais. A pesquisa do Dieese mostra que caiu o preço de muitos produtos. De acordo com a pesquisa, sete dos 13 produtos que fazem parte da cesta tiveram queda em agosto. O óleo ficou mais barato nas 17 capitais, o feijão em 11, o pão também em 11, a batata em nove e o arroz em oito.
Para o consumidor é difícil perceber onde está essa diferença. O consumidor não percebe, mas os números mostram que a cesta básica está custando menos. Foram 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A cesta mais barata é a de Aracaju, que custa R$ 168. A mais cara, em Porto Alegre que custa quase R$ 240.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1293873-9356,00-PRODUTOS+DA+CESTA+BASICA/


